Para a Bancada do PT na ALRS, o governo deve apresentar as alterações propostas ao magistério. Cabe aos professores e professoras decidir se o emendão que o governo pretende propor representa algum avanço. A presidente do CPERS já se pronunciou que a lógica do governo segue a mesma: o aumento do subsídio será pago pela parcela autônoma dos próprios professores.Na opinião da Bancada, o governo Leite sinaliza com um ganho para quem está no início da carreira, com impacto de curto prazo, coincidentemente até 2022, ano eleitoral. Mas o cerne do pacote segue a lógica de corte de direitos e achatamento da carreira a longo prazo.
“O que o governo propõe de reposição em três anos representa menos da metade das perdas acumuladas”, destaca o líder da Bancada, deputado Luiz Fernando Mainardi. “Além disso, quem hoje possui triênios acumulados, que vão virar parcela autônoma, não terá nenhuma recomposição, pois o reajuste no básico será subtraído desta parcela”, conclui Mainardi.

