Rossetto protocolou requerimentos na CPI, um solicitando informações à Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul (Agergs) e outro na Polícia Civil. Para a Agergs foi requisitado todas as informações que envolvem o caso, incluindo qual a classificação do recurso desviado, se seria utilizado em investimento, reparos ou obras novas e se houve algum impacto para o consumidor. Para a Polícia Civil, foi solicitado cópia do processo que levou a prisão do engenheiro.
“Queremos saber qual foi o impacto disso na qualidade e no custo do serviço da Equatorial. E se estes recursos desviados serão devolvidos em investimentos ou em parte da tarifa aos consumidores gaúchos que foram prejudicados por essa ação”, ressaltou.
Para o presidente da CPI, este é mais um elemento que demonstra um descontrole da gestão e evidencia a incapacidade administrativa e técnica da empresa. “E isso vai ao encontro do que temos ouvido em diversos depoimentos da Comissão”, concluiu.
Texto: Juliana Thomaz (MTE 9377)
Foto: Kelly Demo Christ

