quinta-feira, 05 março

Enquanto o Brasil registrou saldo positivo de 148.992 novos empregos formais em maio — o melhor resultado para o período desde o início da série histórica —, o Rio Grande do Sul foi na contramão e apresentou retração no mercado de trabalho. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Estado perdeu 115 postos com carteira assinada, sendo o único da federação a registrar resultado negativo no mês.

O líder da Bancada do PT/PCdoB na Assembleia Legislativa, deputado Miguel Rossetto, afirmou nesta terça-feira (1/07) que os números escancaram a ausência de políticas públicas e de um projeto de desenvolvimento econômico por parte do governo Eduardo Leite. Conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o RS perdeu 115 postos de trabalho em maio.

Rossetto ressaltou que o país gerou, de janeiro a maio, mais de um milhão de novos empregos formais. “O único estado da federação que não foi capaz, no mês de maio, de acompanhar o Brasil foi o estado do Rio Grande do Sul”, afirmou, acrescentando que o Caged aponta crescimento do emprego no país em todos os setores da economia: serviços, comércio, indústria, agropecuária e construção civil.

“O Rio Grande do Sul é vítima de governos que não têm dedicação à nossa economia. A última década, esta grande década que nós chamamos de uma década perdida para a economia, esta década, que teve liderança do MDB, do PSDB, do governo Sartori, do governo Eduardo Leite, nos últimos 10 anos, o estado do Rio Grande do Sul teve crescimento de 2,9% enquanto o Brasil cresceu quase 9%”, comparou.

Texto: Felipe Samuel
Foto: Vanessa Vargas

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