
Mais do que uma disputa entre governos, o comparativo revela uma diferença de projeto. De um lado, governos que colocam o Estado a serviço da população, ampliando investimentos, fortalecendo políticas públicas, valorizando servidores e enfrentando desigualdades. De outro, governos de direita que tratam o Estado pela lógica do ajuste, da redução de investimentos, das privatizações e da transferência de responsabilidades públicas para o mercado.
A diferença aparece na prática: enquanto nossos governos defendem mais educação, saúde, cultura, ciência, proteção social e desenvolvimento regional, a direita insiste em enxugar o Estado e transformar serviços essenciais em negócios. É a velha escolha entre um Estado que garante direitos e um Estado que abre mão deles.
Não se trata apenas de números. Trata-se de saber para quem o governo governa. Quando se investe na Uergs, na educação pública, no SUS e na saúde, na proteção ambiental, na cultura e na valorização dos servidores, o resultado é mais oportunidade e qualidade de vida para a maioria. Quando se privatiza, desmonta estruturas públicas e restringe investimentos, quem perde é a população.
Por isso, comparar “nós e eles” é comparar dois caminhos para o Brasil e o Rio Grande do Sul: um que acredita no Estado como instrumento de transformação social e outro que prefere um Estado menor para a população e cada vez mais conveniente aos interesses privados. É uma diferença de prioridades, mas, sobretudo, uma diferença de visão de sociedade.
Leia na íntegra:

